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LIDANDO COM O FILHO ADOLESCENTE
Em: 15/01/2009
REVER OS CONCEITOS DA RELAÇÃO FAMILIAR É UM PAÇO IMPORTANTE PARA O ÊXITO DA CRIAÇÃO DO ADOLESCENTE
Como era ser adolescente na época dos nossos bisavós? A propósito, estivessem dois adultos conversando, crianças ou adolescentes jamais podiam chegar perto. Era terminantemente proibido escutar conversa de adulto, mesmo que fosse um bate papo banal sobre qualquer assunto do dia- a- dia. Rompido este quase “preceito”, eram dignos da mais duras penas. Imaginem errando a tabuada, o adolescente provava um instrumento de suplício chamado palmatória. Quantos dos nossos avós foram obrigados a ficar de joelhos sementes de milho, ou feijão, com o rosto voltado para a parede! Adolescente não era ouvido, não tinha voz altiva. E hoje o que mudou? Será que este segmento da sociedade é bem-vindo no seio? No mundo moderno percebe-se claramente que já não existe aquele temor reverencial de outrora, do filho com os pais e até com os mais idosos. Aliás, o relacionamento respeitoso é necessário. A reverência não. Nem sempre exigir que o adolescente se dirija aos pais de forma cerimoniosa e extremamente formal significa respeito. Às vezes torna-se obstáculo intransponível para um bom relacionamento entre os integrantes da comunidade familiar. É doloroso presenciar pais e filhos se mutilarem provocando um ao outro, movidos por ódio diabólico recíproco. O espaço do lar, que deveria ser um lugar de prazer, transforma se em um campo de batalha e, muitas vezes provocados por pais cristãos. É bom ouvir a recomendação: “Honra teu pai e tua mãe”. Quem não gosta de ser honrado, respeitado e até adulado? O mesmo o apóstolo por duas vezes adverti: “Vós pais, não irriteis o vossos filhos”, Ef.6. 2,4. Por isso pais aprendam a amar aos filhos e estes a seus pais. Aprendam a relacionar trocando afeto e carinho. Só amigos se abraçam e se beijam. (Pensem nisso!)
Por: Abner Apolinário
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